terça-feira, 18 de maio de 2010

A Quinta Aula - Nu Artístico

Atrasado, atrasado, atrasado...
Vamos lá!!

Já tivemos nossa quinta, sexta e estamos rumo a sétima aula (passando da metada...jáááá??)!
Na quinta aula íamos fazer a saida fotográfica para o jardim botânico, mas o tempo metereológico não foi nosso aliado (ou foi?). Ao invés de sair para fotografar, fotografamos dentro do estúdio mesmo. Adiantamos nossa aula de Nu artístico. Durante a semana que precedeu o sábado fizemos uma votação entre qual aluno tiraria a roupa, mas antes mesmo da votação ser finalizada, nosso amado colega Joaldo se adiantou e resolveu que ele tiraria a roupa.
No dia D a vergonha bateu, então acabamos fotografando uma modelo mesmo.
Foi uma ótima aula, além de quebrar certos tabus e abrir um pouco as mentes, a sessão fotográfica foi maravilhosa. Tinhamos cada um uma máquina e diversas lentes para testar. A modelo fazia diversas poses no centro de 4 luzes: Duas luzes duras e duas softs (era isso mesmo?...não tenho certeza).
A relação do fotógrafo com o modelo do Nu é interessante, pois antes do modelo virar modelo, é apenas uma pessoa, um ser humano, alguem que fala, respira, pensa, tem vontades, e desgosta de certas coisas. Depois de tirar a roupa e começar a posar de várias formas, deixa de ser uma pessoa para ser um modelo. O fotógrafo estuda o melhor ângulo devido a forma, insidência de luz, sombras que projeta. Na hora do clique, esquecemos que, aquilo que estamos clicando está vivo.

É estranho e surpreendente. Foi uma excelente aula...íamos revelar aquelas fotos na aula seguinte (a sexta aula), mas nessa conseguimos sair para nossa famosa saida fotográfica.

No próximo post falarei da Sexta aula - na qual há plantas, um grande jardim, sol e o Joaldo só de meias atrás de um arbusto.

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terça-feira, 27 de abril de 2010

A Terceira e Quarta Aulas - Câmera SLR e Fotografia de Estúdio

Sim eu sei, estou atrasado...de novo!
Por isso resolvi, ao meu bel prazer, juntar a terceira e quarta aulas, aproveitando que uma complementa a outra.

Na nossa terceira aula, vimos imagens de fotógrafos famosos como Robert Capa, Bresson, Sebastião Salgado e outros tão importantes quanto e estudamos as técnicas usadas. Também vimos sobre lentes (grande angular, olho de peixe, tele, super tele...e por aí vai) e câmeras profissionais analógicas (aquelas com filmes e tudo), estudamos cada parte delas (diafragma, velocidade, foco etc).
Foi uma aula bem teórica na verdade, mas estritamente necessária, uma vez que essa era a aula que precederia nossa primeira sessão fotográfica em estúdio, portanto, era mais que necessário que soubéssemos o que estariamos fazendo.

Depois de aprender como clicar uma boa foto, no sabado seguinte, fomos ao estúdio com uma referência na mão e idéias na cabeça (e, claro, uma Nikon FM10...se não me engano).
Separados em 3 grupos, cada grupo teve uma idéia totalmente diferente da outra, tivemos Still, Modelo etc. Trabalhamos com luz, conhecemos os modos de trabalhar com luz e clicamos imagens fantásticas, depois houve uma mini-confraternização com bolo, refrigerante e fotos!!

Próximo sábado não haverá aula.
No dia 8/05 será a quinta aula - na qual envolverá um jardim botânico, muitas câmeras, filmes coloridos e cliques maravilhosos.

Até lá!

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

A Segunda Aula - O Pinhole

Eu sei que ainda estou um pouco atrasado com as postagens (ja tivemos três, logo teremos a quarta aula e eu ainda estou na segunda aqui), mas tentarei me adiantar e me organizar. Minha idéia é postar nos domingos as aulas que tivemos no sábado. Se der certo, domingo agora estarei postando a quarta aula. Então, sem mais desculpas esfarrapadas e explicações, vamos a segunda aula.

Após entender de onde vem a fotografia e como era a vovó da fotografia (a câmera escura), fomos impelidos de (usando o feriado de páscoa) construir nossa própria máquina fotografica usando não mais do que um lata, tinta preta e um prego (os mais tecnlógicos devem ter usado uma broca).
Ao juntar a lata com a tinta e faze um furo nela com o prego temos o Pinhole. Depois colamos um papel alumínio por dentro da lata, onde havia o furo e no papel fizemos um furionho com uma agulha, para obter mehor resolução (não, não sei quantos megapixels tem meu pinhole) e cobrimos o furo com uma fita isolante.



Quando todos já estavamos com nosso Pinhole (do inglês Pin=Agulha, Hole=Buraco -> Buraco de Agulha), fomos ao laboratório para colocarmos papel fotográfico dentro dele e depois cada um seguiu seu caminho testando os tempos de exposição. Nos foi orientado para sempre tirar a foto no mesmo lugar, para termos certeza do tempo, por exemplo: se você usa seu pinhole para captar um planta ao ar livre com tempo de exposição de 2 minutos (sim!! dois minutos!) e ao revelar o papel tenha ficado tudo preto, volte ao mesmo lugar na mesma posição e capte a mesma planta, só que agora com 30 segundos (para um pinhole isso é pouquíssimo tempo) e revele de novo, e vá aumentando ou diminuindo o tempo até a imagem sair legal.

Depois de ter uma foto legal, nós positivamos ela (como a luz entra pelo furinho e atinge diretamente o papel a imagem sai com as cores invertidas, de ponta cabeça e espelhada). A positivação consiste em colocar um papel fotográfico virgem sobre a mesa de ampliação, colocar a imagem negativa sobre o papel e aplicar uns tantos segundos de luz (5, 8, 10...) e depois revelar o papel que estava por baixo. A luz passará pelas partes brancas do papel de cima e não pelas partes pretas, fazendo a foto no papel de baixo ser positiva.



É isso! Logo postarei a terceira aula (na qual estudamos a maquina fotográfica analógica com lentes, diafragmas e tudo mais).

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sexta-feira, 16 de abril de 2010

A Primeira Aula

Teremos 12 aulas de 4 horas cada, com isso cumpriremos a carga horária de 48 Horas de curso.

Nossa primeira aula estava mais para uma apresentação e também marcou o ritmo no qual as coisas aconteceriam.
Nossa primeira tarefa foi uma das mais difíceis, escolher uma (só uma unica) fotografia preferida dentre uns 10 ou 12 livros de fotografia. Depois deveríamos mostrar a fotografia, falar porque escolhemos aquela e nos apresentar.

Dentre as "nãoseiquantoscentas" coisas legais da arte fotográfica, uma delas é o fato de que cada ser humano se conecta com uma imagem específica e dificilmente duas pessoas se conectam com a mesma (claro, uma imagem bonita sempre atrai vários olhares, mas se conectar com a foto são outros quinhentos). Sendo assim, cada um escolheu a sua (como eu disse não tiveram duas iguais) e se apresentou. Após isso aprendemos um pouco sobre a história da fotografia e alguns macetes e técnicas, fizemos um intervalo e voltando dele conhecemos os laboratórios de revelação e ampliação (bem como os químicos, ampliadores, e aparatos bacanas).

O ritmo que eu mencionei no começo, acredito que será sempre esse: Teoria, intervalo e prática. É um ritmo que funciona bem (na minha modesta opinião).

Na prática, aprendemos a fazer o teste de faixas e revelá-lo (maneira de testar a quantidade de luz, a intensidade e o tempo de exposição no ampliador). E, usando o teste de faixas, fizemos uma imagem apenas com luz e objetos no ampliador...confuso? Vamos lá: Com o teste de faixa definimos o tempo de exposição no ampliador (1 segundo, 2, 3, 4, 5...e por aí vai) a partir disso colocamos um papel fotográfico no ampliador com alguns objetos em cima (brincos, anel, chaves etc) e jogamos tantos segundos de luz. Revelamos esse papel e pronto, temos uma imagem interessante e fácilimo de fazer!

É isso, logo falarei sobre a segunda aula.

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segunda-feira, 12 de abril de 2010

A Primeira Postagem

Somos a primeira turma de um novo curso sobra técnicas, histórias e pensamentos fotográficos!


É um curso e também uma arte. É um portifólio e também um pensamento.
Nascido de um curso pensado por Hector Guinez, Mauro Chinen e Marcelo Minemoto, este portifólio reúne fotos, trabalhos, textos e tudo mais de uma galera que, das mais variadas formas, pensa, sente, respira e inspira fotografia.
Cada um com a sua arte, cada um da sua forma e cada um com seu gosto. Mas todos pelo mesmo objetivo: aprender a, não só fazer, mas tambem pensar fotografia.

Estudamos fotografia e cada vez mais queremos a perfeição. Captamos o momento, pois é só momento que temos.
Não queremos fotografar por fotografar, não queremos apontar nosas lentes para qualquer lado e sair clicando qualquer coisa. Queremos clicar o que nos dá prazer clicar. Queremos fotografar apenas aquilo que condiz com nosso espirito.

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